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28/08/2006


A Ostra e a Pérola

(Autor desconhecido)

Pérolas são produtos da dor, resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.

Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR. Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.

Como resultado? Uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de modo algum produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada...

Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém?

Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?

Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas?

Você já sofreu os duros golpes do preconceito?

Já recebeu o troco da indiferença?

Então, produza uma pérola!

Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.

Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.

Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias", não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, falar vale mais que mil palavras...

Escrito por Giselle às 08h07
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26/08/2006


.: OPINIÃO :.

Geralmente, quando se tem algum evento em igrejas, seja congresso de jovens, irmãs ou coral, sempre se tem a vontade de convidar alguém de "fora" para pregar ou cantar. Isso é natural, porque para cada evento de grande ou pequeno porte, a idéia é "atrair" pessoas.

Creio que existem homens e mulheres de Deus, comprometidos com o ministério, mas infelizmente alguns "esqueceram" desse objetivo e transformam o que seria um chamado divino, numa profissão. E essa certeza pessoal, se confirmou, quando ao acessar o site da EETAD, li o seguinte texto:

Ministério:
Vocação ou Profissão?

"E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus,
como Arão."
(Hb 5.4)
á algum tempo, um certo cidadão procurou a direção do nosso Seminário e fez a seguinte pergunta:
- O que devo fazer para tornar-me um pastor?
O diretor, então, perguntou-lhe se ele já houvera aceitado a Jesus, pelo que ele respondeu: Ainda não!
Na verdade aquela pessoa estava procurando um meio de sobrevivência.
Muitas vezes, somos constrangidos a dizer que temos o Santo Ministério como nossa profissão. Assim acontece quando requeremos um documento pessoal de identificação ou quando preenchemos uma ficha cadastral.
Em tais ocasiões, salta à nossa mente a seguinte pergunta: o santo ministério é profissão ou vocação divina? A resposta a essa pergunta é de fundamental importância para o desempenho e o sucesso da vida ministerial de um obreiro.
Ser ministro cristão é uma honra que Deus dá a um ser humano, conforme Hebreus 5.4 "E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão". Por isto mesmo, requer-se do candidato vocação e chamada, ambas dependentes de Deus e manifestas pelo Espírito Santo.
Definindo o termo ministro, no sentido cristão, diz E. Stanley Jones: "No Novo Testamento um ministro é um diakonos, literalmente quer dizer: ‘um que anda pelo pó’, a figura do guia de camelos que vai puxando o animal através do pó da estrada, enquanto o outro vai sentado em cima dos arreios". (O Cristo de Todos os Caminhos, p. 109).
Compreendemos, portanto, que ser um ministro cristão é ser um diakonos de Cristo, a saber, um servo de Cristo a serviço dos Seus servos.
O Ministro do Senhor é vocacionado por Ele para a obra mais importante da Terra. Leia (Ef 4.11; Rm 1.1,9; 1Co 1.2; At 13.2; Nm 8.14).
É claro que existe a categoria dos chamados ministros profissionais, formada por elementos que fazem do Ministério simplesmente o seu meio de vida material, cujo alvo principal é adquirir propriedades e enriquecer-se.
Estes revelam incapacidade espiritual e falta de visão das coisas de Deus; provocam escândalos e divisões (Jd 19) e acabam fundando novas "igrejas" para o seu próprio deleite (Nm 16.1-3; 2Tm 3.4-9; 1Tm 6.3-5; 2Tm 4.14,15). Tais ministros desejam mesmo é a posição que ocupam na igreja, quando as coisas lhes estão correndo bem, com muito dinheiro, status, etc.
Os vocacionados, ao contrário, são os obreiros de Deus que colocam o Ministério acima de todas as suas possibilidades; sentem-se sem condições para exercer uma tão sublime e gloriosa tarefa, como a de anunciar o Evangelho de Jesus Cristo aos homens.

São humildes, temem e tremem diante de tamanha responsabilidade, ao integrarem uma causa que não é do homem mas do próprio Deus e, mesmo
 

certos da chamada divina, acham que outros fariam melhor e respondem com humildade: quem sou eu, Senhor, para arcar com tão grande responsabilidade? Outro fará melhor do que eu! (Êx 3.11; 4.10,13.) Deus sempre tem usado homens dessa estirpe.

fonte: http://www.eetad.com.br

Escrito por Gi às 11h14
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